quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Senado aprova regulamentação da profissão de DJ


A Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) aprovou nesta quarta-feira, 7, em decisão terminativa, o projeto de lei do ex-senador Sérgio Zambiasi (PTB-RS) que regulamenta a profissão dos DJs e dos “disc-jockeys”. Chamados no texto, respectivamente, de “profissional de cabine” e de “produtor DJ”, as atividades passarão a constar da lei nº 6.533, de 1978, que trata da regulamentação das profissões de artistas e de técnicos em espetáculos e diversões.O texto cria uma reserva de mercado, ao tornar obrigatória a participação de, pelo menos, 70% de profissionais brasileiros nos eventos promovidos no País com atrações estrangeiras. Uma emenda do relator, senador Paulo Paim (PT-RS), exige os que quiserem exercer a atividade a ter diploma ou certificado correspondente às habilitações profissionais de 2º grau de ator, contrarregra, cenotécnico, sonoplasta, disc-jockey ou outros semelhantes, reconhecidos em lei. Como a aprovação foi terminativa, o texto será encaminhado à Câmara dos Deputados, sem a necessidade de ser votado no plenário do Senado.


Para exercer as atividades, será necessário obter o registro na superintendência regional do Trabalho e Emprego, que terá validade em todo o País. Os profissionais exercerão jornada de trabalho de seis horas diárias ou 30 semanais. A proposta determina, ainda, que a cláusula de exclusividade não impedirá o artista, o técnico em espetáculos de diversões, o DJ e o disc-jockey de prestar serviço em atividade diversa ajustada no contrato de trabalho. “Desde que em outro lugar e sem que se caracterize prejuízo para o contratante com o qual foi assinada a cláusula de exclusividade”, especifica ainda o projeto.







Leopac - Rimas Tão Bem


Leopac - Rimas Tão Bem [ 2011 ] by Leopac

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Puff Daddy - Can't Nobody Hold Me Down (CD Single) (1996)







Tracklist:


1 Can't Nobody Hold Me Down (Radio Mix) 5:10
2 Can't Nobody Hold Me Down (Instrumental) 5:10
3 Can't Nobody Hold Me Down (Club Mix) 5:10








Betty Wright - Betty Wright The Platinum Collection (2007)








Tracklist:

1. Clean Up Woman - 2:47
2. Girls Can't Do What The Guys Do - 2:05
3. He's Bad Bad - 2:24
4. Pure Love - 2:35
5. I'm Gettin' Tired Baby - 2:41
6. Is It Your Girl - 3:14
7. Baby Sitter - 2:54
8. It's Hard To Stop (Doing Something When It's Good To You) - 3:10
9. Let Me Be Your Lovemaker - 3:19
10. Secretary - 2:53.
11. I Love The Way You Love - 3:02
12. I'll Love You Forever Heart And Soul - 3:43
13. All Your Kissin' Sho' Don't Make True Lovin' - 2:34
14. I Am Woman - 4:21
15. Sweet Wonder - 2:28
16. We The Two Of Us - 2:59
17. Gimme Back My Man - 3:29
18. If You Think You've Got Soul - 2:18
19. Don't Let It End This Way - 3:21
20. Ain't No Sunshine - 3:14




The Notorious B.I.G. - Hypnotize Remix (CD Single)






Tracklist:

01 - Hypnotize (Radio Mix) (3:59)
02 - Hypnotize (Trickster European Remix) (4:31)
03 - Hypnotize (Club Mix) (3:50)
04 - I Got A Story To Tell (Album Version) (4:43)




TUBAÍNA - A MAIS OU MENOS UMA HORA DA CAPITAL
















domingo, 4 de dezembro de 2011

Racismo no Colégio Anhembi Morumbi - Estagiaria forçada a alisar o cabelo para manter a 'boa aparência'


Estagiária se recusa a alisar cabelo e é hostilizada no trabalho





A estagiária Ester Elisa da Silva Cesário acusa seus superiores de perseguição e racismo. Conforme Boletim de Ocorrência registrado no dia 24 de novembro, na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) de São Paulo, ela teria sido forçada a alisar o cabelo para manter a "boa aparência". A diretora do Colégio Internacional Anhembi Morumbi ainda teria prometido comprar camisas mais cumpridas para que a funcionária escondesse os quadris.
Ester conta que foi contratada no dia 1º de novembro de 2011, para atuar no setor de marketing e monitorar visitas de pais interessados em matricular seus filhos no colégio, localizado no bairro do Brooklin, na cidade de São Paulo. A estagiária afirma ter sido convocada para uma conversa na sala da diretora, identificada como professora Dea de Oliveira. Nos dias anteriores, sempre alguém mandava recado para que prendesse o cabelo e evitasse circular pelos corredores.
"Ela disse: 'como você pode representar o colégio com esse cabelo crespo? O padrão daqui é cabelo liso'. Então, ela começou a falar que o cabelo dela era ruim, igual o meu, que era armado, igual o meu, e ela teve que alisar para manter o padrão da escola."
Além das advertências, Ester afirma ter sofrido ameaças depois de revelar o conteúdo da conversa aos demais funcionários do colégio. Eles teriam demonstrado solidariedade ao perceber que a estagiaria estava em prantos no banheiro.
"Depois disso, eu me vesti para ir embora e, quando estava saindo, ela me parou na porta e disse: 'cuidado com o que você fala por aí porque eu tenho vinte anos aqui no colégio e você está começando agora. A vida é muito difícil, você ainda vai ouvir muitas coisas ruins e vai ter que aguentar'."
Colégio se defende
Após contato da reportagem, um funcionário indicado pela Direção do Anhembi Morumbi informou que a instituição não recebeu nenhuma notificação sobre o registro do Boletim de Ocorrência. Ele negou a existência de preconceito e se limitou a dizer que "o colégio zela pela sua imagem e, ao pregar a 'boa aparência', se refere ao uso de uniformes e cabelo preso".
A advogada trabalhista Carmen Dora de Freitas Ferreira, que ministra cursos no Geledés – Instituto da Mulher Negra – assegura que a expressão "boa aparência" é usada frequentemente para disfarçar preconceitos.
"Não está escrito isso, mas quando eles dizem 'boa aparência', automaticamente estão excluindo negros, afrodescendentes e indígenas. O padrão é mulher loira, alta, magra, olhos claros. É isso que querem dizer com 'boa aparência'. E excluir do mercado de trabalho por esse requisito é muito doloroso, afronta a Lei, afronta a Constituição e afronta os direitos humanos."
Métodos conhecidos
De acordo com o depoimento da estagiária, as ofensas se deram em um local reservado. A advogada explica que essa prática é comum no ambiente de trabalho, além de ser sempre premeditada.
"O assediador sempre espera o momento em que a vítima está sozinha para não deixar testemunhas, mas as marcas são profundas. O preconceito é tão danoso, que ele nega direitos fundamentais, exclui, coloca estigmas, e a pessoa se sente humilhada, violentada. Quando o assediador percebe a extensão do dano, ele tenta minimizar, dizendo 'não foi bem assim, você me interpretou errado, eu não sou discriminador, na minha família, a minha avó era negra'."
Ester ainda afirma que teria sido pressionada a deixar o trabalho, ao relatar o ocorrido a uma conselheira do Colégio. Como decidiu permanecer, passou a ser vigiada constantemente por colegas.
"Eu estou lá e consegui passar numa entrevista porque sou qualificada para o cargo, mas ela não viu isso. Ela quis me afrontar e conseguiu abalar as minhas estruturas emocionais a ponto de eu me sentir um lixo e ficar dois dias trancada dentro de casa sem comer e sem beber. Você pensa em suicídio, se vê feia, se sente um monstro."
Sequelas e legislação
Ester revela que as situações vividas no trabalho mexeram com sua auto-estima e também provocaram grande impacto nos estudos e no convívio social.
"Desde que isso aconteceu, eu não consigo mais soltar o cabelo. Quando estou na presença dela eu me sinto inferior, fico com vergonha, constrangida, de cabeça baixa. É a única reação que eu tenho pela afronta e falta de respeito em relação a mim e à minha cor."
O Boletim de Ocorrência foi registrado como prática de "preconceito de raça ou de cor". A Lei Estadual nº 14.187/10 prevê punição a "todo ato discriminatório por motivo de raça ou cor praticado no Estado por qualquer pessoa, jurídica ou física". Se comprovado o crime, os infratores estarão sujeitos a multas e à cassação da licença estadual para funcionamento.
De São Paulo, da Radioagência NP, Jorge Américo.
Fonte: Correio do Brasil



















O Brasil é assim,racismo é chamado de boa aparência: Quando a policia nos para é por falta de uma boa aparência,quando nos fecham a porta em uma grande empresa é por falta de uma boa aparência,nos colégios e faculdades nos negam acesso a informação por falta de uma boa aparência; E porque temos ORGULHO de nossa aparência "NEGRA" ainda assim tentam nos impor que nosso ORGULHO não causa uma boa aparência.  "DJ Mancha"